segunda-feira

Hoje ou amanhã. C, parte II


Ainda que os ventos sejam outros, que o muro se determine, que a corrente não quebre e que os meus pés não toquem mais nos teus, eu continuo de braços abertos para ti, contínuo apta e cheia de vontade de te abraçar de novo. Jamais me conseguirei esquecer de todas as nossas conversas de 5 em 5 minutos e de todas as vivências que nelas repartíamos. Lembra-te que nunca irei largar a tua mão, mas não irei agarrar o teu braço.

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